Como a lógica implacável do marketing digital e dos patrocinadores transformou as convocatórias do Mundial 2026 num mero exercício de contabilidade financeira. Rio de Janeiro, 18 de maio de 2026. No imponente cenário do Museu do Amanhã, o treinador italiano Carlo Ancelotti sobe ao palco perante uma plateia elétrica de jornalistas nacionais e estrangeiros. O ambiente está carregado de um suspense cinematográfico. A grande incógnita que paralisa o país não se prende com a tática ou com a coesão da comitiva, mas sim com um único nome: Neymar Júnior. Estaria o astro na lista definitiva, mesmo após ter falhado os …
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