A Escola Pública é o maior ato de coragem de uma sociedade. É a promessa silenciosa de que nenhum destino está fechado, de que a origem não determina o futuro, de que o saber não pertence a uma elite, mas ao povo inteiro. Num tempo em que tudo se privatiza — do pensamento à atenção — a Escola Pública continua a ser o último território verdadeiramente comum. É ali que se cruzam mundos que, de outro modo, nunca se encontrariam. Filhos de médicos e filhos de desempregados sentam-se lado a lado, partilham o mesmo recreio, aprendem as mesmas letras. E …
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