Redação | A reintrodução de ovelhas, cabras e vacas de raças autóctones para consumir vegetação inflamável está a ganhar espaço no debate público. A ecopastorícia surge assim como promessa de futuro, mas a linguagem idílica e os projetos-piloto escondem omissões e fragilidades estruturais. Acima de tudo, é consensual que estas práticas somente serão sustentáveis quando forem devidamente remuneradas. Contudo, a utilização do gado para reduzir biomassa não constitui, por si só, uma política florestal estrutural. A eficácia do pastoreio depende da escala, a continuidade, o posicionamento dos animais no terreno, o ordenamento da propriedade e a criação de mosaicos de …
Continue lendo

