É difícil aceitar que, em pleno ano de 2026, o racismo continue a existir. Difícil, não por falta de provas, mas pela consciência de que já tivemos tempo suficiente para aprender. Séculos de história, de sofrimento, de luta e de afirmação deveriam ter sido mais do que suficientes para dissolver uma das formas mais primitivas de negar a dignidade humana. E, no entanto, a sua sombra persiste. O racismo não nasce da razão — nasce do medo. Do desconhecimento. Da necessidade frágil de afirmar superioridade onde não existe mérito. É uma construção artificial, sem fundamento biológico, moral ou intelectual, mas …
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