Se há coisa de que gosto verdadeiramente é de aprender. Descobrir coisas inusitadas que me são inteiramente desconhecidas num momento e já parte de mim no momento seguinte. Matéria prima para se aplicar a gosto como se sempre tivesse sido minha. Mais ainda se a puder aplicar como metáfora de outra coisa que, essa sim, já é minha desde que me lembro. A ‘campanologia’, por exemplo, é um conceito que me entrou na vida muito recentemente, pela natural via da leitura, como tantas outras ideias, aliás. Trazia a promessa de algo sonoramente interessante e o primeiro encantamento ficou no enrolar …
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