João Mascarenhas leva 40 anos a elaborar Banda Desenhada, sobretudo a relacionada com as suas atividades científicas e técnicas. Engenheiro e investigador, adora divulgar e tornar simples a ciência mais difícil de perceber para o público em geral. Fala-nos de Lisboa com otimismo de uma arte vinculada ao papel e à criatividade, nos tempos do digital e da IA. Como começa a Banda Desenhada (BD) a fazer parte importante da sua vida? Realmente há sempre um momento para alinhar. No meu caso foi o meu pai que, quando eu era miúdo, me comprava clássicos: Tintim, Astérix… foi aí que eu …
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