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  • Bicho do mato do Barreiro da colheita de 76, de aspecto jovem mas aparência banal, procura leitores comprometidos com a vida e mentalmente curiosos para relação séria e duradoura.

    Depois de fazer parte da primeira fornada de alunos que completaram o curso de Comunicação Social na Escola Superior de Educação de Viseu, Luís Santos aguçou o seu engenho na imprensa local antes de entrar no labirinto do jornalismo musical, onde saltitou pela redação de uma mão cheia de revistas profissionais. Uma jornada que teve o seu início bem antes ainda na última fase da adolescência quando começou a escrevinhar umas chalaças sobre música e que se vem prolongando ao longo de 30 anos, traduzindo-se na colaboração com uma panóplia de publicações pseudo-profissionais e amadoras, impressas, fotocopiadas e na teia digital.

    Eternamente deslumbrado pelas contradições, humores e volatilidades da raça humana, está sempre à procura de pistas para melhor a compreender. Em discos, filmes, livros e nas pessoas que enchem as ruas, nos sons característicos das caminhadas na Natureza ou debaixo de água numa praia qualquer encostada à serra da Arrábida.

    Escreve e faz tudo o resto com a mão errada (os italianos dizem sinistra) e julga que só atingiremos a liberdade plena quando houver liberdade para todos os indivíduos e todos os povos.