Bicho do mato do Barreiro da colheita de 76, de aspecto jovem mas aparência banal, procura leitores comprometidos com a vida e mentalmente curiosos para relação séria e duradoura.
Depois de fazer parte da primeira fornada de alunos que completaram o curso de Comunicação Social na Escola Superior de Educação de Viseu, Luís Santos aguçou o seu engenho na imprensa local antes de entrar no labirinto do jornalismo musical, onde saltitou pela redação de uma mão cheia de revistas profissionais. Uma jornada que teve o seu início bem antes ainda na última fase da adolescência quando começou a escrevinhar umas chalaças sobre música e que se vem prolongando ao longo de 30 anos, traduzindo-se na colaboração com uma panóplia de publicações pseudo-profissionais e amadoras, impressas, fotocopiadas e na teia digital.
Eternamente deslumbrado pelas contradições, humores e volatilidades da raça humana, está sempre à procura de pistas para melhor a compreender. Em discos, filmes, livros e nas pessoas que enchem as ruas, nos sons característicos das caminhadas na Natureza ou debaixo de água numa praia qualquer encostada à serra da Arrábida.
Escreve e faz tudo o resto com a mão errada (os italianos dizem sinistra) e julga que só atingiremos a liberdade plena quando houver liberdade para todos os indivíduos e todos os povos.
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Neste novo artigo da cobertura exaustiva da 5.ª edição do Sonica Ekrano, o único festival de documentário musical do país, abordamos uma mão cheia de filmes... Ler mais.
Na entrevista com o programador do Sonica Ekrano Rui Pedro Dâmaso, publicada anteriormente aqui no De Norte a Sul, falámos da música como veículo primordial... Ler mais.
Chegamos ao fim da reportagem completa do Sonica Ekrano, com a última leva de filmes a que assistimos no Barreiro. Hoje viajamos um pouco por tudo o mundo, com... Ler mais.
O passado industrial do cidade do Barreiro é o palco ideal para sediar uma associação como a OUT.RA, responsável por uma série de propostas culturais fora daquilo... Ler mais.
Em Janeiro de 1919 a mítica frase de Rosa Luxemburgo “socialismo ou barbárie”, transubstanciada no seu próprio sangue, corroeu com força redobrada os grilhões... Ler mais.