Desde 2018, a lei da autodeterminação de género teria permitido a cerca de 3.300 pessoas mudar de género e nome no Registo Civil, incluindo 323 menores. Ordem dos Psicólogos Portugueses mostrou-se contrária à revogação Redação O Parlamento aprovou a revogação da lei da autodeterminação de género com os votos dos partidos do executivo e os da extrema direita. A decisão, que reverte a legislação em vigor desde 2018 que concedia o “direito à autodeterminação da identidade de género, expressão de género e à proteção das características sexuais de cada pessoa”, motivou protestos em Ponta Delgada, Lisboa, Porto, Braga e Coimbra. O PSD advogou a reposição da lei anterior, …
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