Antes de qualquer escola, de qualquer profissão, de qualquer ambição, há um lugar onde começamos a existir verdadeiramente: a família. Não como conceito abstrato ou ideal romântico, mas como espaço concreto de afetos, conflitos, aprendizagens e crescimento. É ali que a identidade se esboça, que os valores se insinuam, que a confiança ganha raízes. A família é o primeiro território emocional que habitamos. É nela que aprendemos a partilhar, a discordar, a cuidar, a pedir desculpa, a oferecer apoio sem cálculo. Mesmo imperfeita — e é sempre imperfeita — permanece o núcleo onde se forma a capacidade de relação com …
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