Para quem, como eu, foi sempre fraco em disciplinas de ciência, a simples existência do motor de combustão parece quase um milagre. Pequenas explosões controladas, no seio de cilindros metálicos, fazem mover pistões, que imprimem movimento a braços articulados, que dão movimento ao resto da maquinaria a que pertence. Inclusive o movimento gerado pode tornar-se eletricidade, que alguma bateria poderá guardar, para poder produzir outros processos. Já estão a ver que ainda não caí na moda do carro elétrico. Seja como for, tamanha precisão é ao mesmo tempo bela e assustadora. Talvez o ruído ajude a produzir ambas coisas, mas …
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