Barris radioativos afundados no Atlântico apresentam grave degradação

Redação | Entre 1950 e 1990, mais de 200.000 barris de resíduos radioativos foram despejados no Atlântico Nordeste frente às costas galegas. Após uma primeira missão realizada entre junho e julho de 2025 para mapear a zona, o projeto Nodssum, liderado pelo Centre National de la Recherche Scientifique (CNRS), retornou ao mar no final de maio passado. O objetivo principal desta nova fase é avaliar o estado de conservação dos contentores e o impacto ambiental produzido. Esta campanha de 2026, conta com a colaboração de vários parceiros franceses e internacionais. O objectivo principal é compreender melhor as interações entre os …

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Alga asiática poderia asfixiar leito marinho

Chegada da alga exótica invasora Rugulopteryx okamurae está a causar impactos ambientais e socioeconómicos significativos. Desde 2022 foi incluída na lista de espécies exóticas invasoras que preocupam a União Europeia. Redação | A alga Rugulopteryx induz mudanças drásticas nas comunidades locais, homogeneizando o fundo do mar e tornando-se a espécie dominante. Uma preocupação especial diz respeito aos impactos dos prados de Rugulopteryx que podem afetar os equilíbrios ecossistémicos que este habitat proporciona. Esta alga parda foi observada pela primeira vez no Algarve em 2020. Em 2021, formou proliferações maciças especialmente ao longo das zonas rochosas da costa perto de Portimão, …

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Ilha científica chinesa em mar aberto

Redação | A Universidade Jiao Tong de Xangai iniciou, no passado dia 28 de março, a construção de uma infraestrutura científica estratégica de escala mundial. O projeto consiste numa instalação flutuante de investigação e residência para águas profundas, concebida para operar de sob quaisquer condições meteorológicas. Batizada de “ilha flutuante em mar aberto”, esta superplataforma offshore — a primeira do género a nível global — está preparada para acolher investigações multidisciplinares, integrando o estudo de equipamentos navais, recursos naturais e ciências marinhas num único centro operacional, informou a universidade xangaiense. A megaestrutura está dividida em três pilares fundamentais: o corpo …

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Cientista galega Aida no seu laboratório

Oceanógrafa Aida Fernandez científica galega do ano

Redação | A Academia Galega de Ciências nomeou a oceanógrafa Aida Fernandez Rios como “Cientista Galega do Ano”. A distinção destaca o seu legado científico e o papel das mulheres na ciência. Em 1972, iniciou o seu percurso no Instituto de Investigações Marinhas de Vigo como auxiliar. Conciliando o trabalho com estudos, licenciou-se em Biologia e doutorou-se em 1992 com uma tese sobre o fitoplâncton da Ria de Vigo. A sua ascensão culminou no cargo de professora de investigação, tornando-se, entre 2006 e 2011, a primeira mulher a dirigir o Instituto. O galardão da Academia desataca o seu trabalho como …

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