17M | Dia das Letras celebrará língua e compromisso social

Feriado de 17 de maio irá reivindicar vitalidade da língua nacional. Autora eleita, a jornalista Begonha Caamanho, é destacada pelos movimentos sociais como exemplo de compromisso. Redação | Neste 2026, as celebrações ganham um particular relevo ao homenagear Begonha Caamanho, jornalista de profissão e feminista reconhecida. Caamanho é lembrada pela sua voz na rádio pública galega e a sua literatura que desafiou convenções. Como ativista social, Caamanho destacou-se na defesa dos direitos das mulheres, na defesa da língua e dos meios de comunicação públicos, no sindicalismo e também apoiando o independentismo e a solidariedade com os presos políticos. Os seu …

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RTP: Esta língua que nos une | 17M

Às portas da celebração do Dia das Letras galego a RTP decidiu falar sobre a língua da Galiza com destaque para a vitalidade da conexão cultural a Norte e Sul do Minho. Foi no último capítulo do “Esta Língua que nos Une“, um programa de 2ª a 6ª com o tradutor, professor da FCSH e linguista Marco Neves. Nascida em outubro de 2025 —e contando já com duas temporadas e mais de 80 episódios— a rubrica, que explora a origem das palavras com reflexões acerca da língua, apresenta-se num tom divulgador e familiar, acessível a todos. Neste caso uma explicação …

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17M | Através da Begonha Caamanho

A Através Editora, selo editorial da Associação Galega da Língua, acaba de lançar a obra “Begonha Caamanho: uma das nossas”. Assinado por Charo Lopes, Lara Rozados e Isaac Lourido, o livro presta uma homenagem à trajetória da jornalista e escritora homenageada com motivo do Dia das Letras Galegas. Redação | O volume propõe um confronto direto com a imagem institucional da autora na cultura galega. Ao resgatar documentos, diálogos e escritos próprios, a obra revela uma Begonha Caamanho conscientemente situada e politicamente radical destacando o compromisso da escritora com o feminismo da diferença, o independentismo galego e a solidariedade com …

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17 M | Begonha Caamanho, uma das nossas

Begonha Caamanho passou polo mundo entre 1964 e 2014. Foram 50 anos em que se deixou fascinar polo calor dos afetos, polo prazer arredor do conhecimento e pola fúria revolucionária de mudar o mundo. Olhou com curiosidade e fascinação para um poema, para a flor das cebolas, para o Movimento de Libertação Nacional Palestino. Gozou do teatro, da literatura. Adorou a música. Vibrou em concertos, em foliadas. Em bares com música muito alta. Entendeu a cultura ao estilo da lavrança tradicional, como um ofício, um cultivo, como um jeito de estar no mundo. Era público frequente do Festival de Poesia …

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