Há gestos que não fazem manchetes, mas sustentam civilizações. O voluntariado é um deles. Num mundo frequentemente dominado pela lógica do interesse, da eficiência e da recompensa, há homens e mulheres que escolhem dedicar parte do seu tempo a ajudar outros sem esperar retorno. Não por obrigação, mas por consciência. Não por reconhecimento, mas por humanidade. Vivemos tempos exigentes. Famílias confrontam-se com dificuldades económicas, jovens enfrentam incerteza, idosos experimentam a solidão, comunidades inteiras sentem o peso de uma instabilidade que parece persistir. Perante esta realidade, o voluntariado não é um gesto acessório — é uma necessidade social. Torna-se o elo …
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