imagem de carvalho negral

Plantação massiva de árvores autóctones em Águeda

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A iniciativa prevê a plantação de mais de 5.000 árvores. A reflorestação é promovida por uma associação local criada após os incêndios de 2024

Redação |

A Associação de Desenvolvimento e Proteção Local das Póvoas e associação de conservação da natureza Quercus de Aveiro, unem esforços para uma operação de restauro ecológico em Águeda.

A iniciativa prevê a plantação de mais de 5.000 árvores autóctones — com predominância do carvalho-alvarinho — em terrenos vizinhos às aldeias de Valongo do Vouga e Macinhata do Vouga, áreas severamente atingidas pelos incêndios de setembro de 2024. A intervenção decorrerá nos dias 24, 25 e 31 de janeiro, estendendo-se ao 1, 7, 8, 14 e 15 de fevereiro.

As árvores utilizadas nesta ação provêm exclusivamente de sementes nacionais, disponibilizadas pelo projeto Floresta Comum através dos Viveiros Florestais do Estado. O objetivo deste projeto é incentivar a criação de florestas resilientes e biodiversas, mobilizando as redes locais na preservação de espécies autóctones. O projeto é fruto de uma colaboração entre a Quercus, o Instituto de Conservação da Natureza e das Florestas, a Associação Nacional de Municípios Portugueses e a Universidade de Trás-os-Montes e Alto-Douro.

As ações de voluntariado para o restauro ecológico pós-incêndio estão a ganhar força. As comunidades locais e organizações ambientais assumem o protagonismo quando as respostas governamentais tardam em chegar.

Esta ação de reflorestação é promovida pela ADPLP de Valongo do Vouga (Àgueda), uma associação criada após os incêndios de 2024 com a missão de promover o desenvolvimento rural e a proteção dos habitantes das povoações locais.

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