cartaz oficial de promoção das eleições com voto urna e bandeira portuguesa

Presidenciais 2026: chamada às urnas em Vigo

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Cerca 12.500 cidadãos portugueses residentes na Galiza teriam direito a voto nas eleições presidenciais, estando inscritos nos cadernos eleitorais do Consulado-Geral em Vigo. Votação será apenas presencial no próprio Consulado.

Redação |

No próximo domingo, 18 de janeiro, os cidadãos portugueses residentes na Galiza são chamados a às eleições para a Presidência da República. Ao contrário de outros atos eleitorais, a votação é exclusivamente presencial, com as urnas instaladas no Consulado-Geral de Portugal em Vigo, que servirá como centro de votação para toda a Galiza durante o fim de semana.

O acesso às urnas depende da inscrição no recenseamento eleitoral, que ocorre de forma distinta consoante o documento de identificação do cidadão.

Para os detentores do Cartão de Cidadão (maiores de 17 anos), o recenseamento é oficioso e automático. Se a morada oficial registada no cartão for na Galiza, o eleitor está automaticamente inscrito no Consulado em Vigo. Nos casos dos detentores do Bilhete de Identidade, a inscrição não é automática. Os titulares de BI que ainda não o fizeram devem promover a sua inscrição presencialmente no Consulado, apresentando o documento e um comprovativo de morada na Galiza.

O recenseamento encontra-se atualmente suspenso, uma vez que o prazo para alterações terminou 60 dias antes do ato eleitoral. O voto antecipado decorreu nos dias 6, 7 e 8.

Estima-se que residam atualmente cerca de 15.000 cidadãos de nacionalidade portuguesa na Galiza. Deste universo, aproximadamente 12.500 têm direito a voto nas eleições presidenciais, estando inscritos nos cadernos eleitorais do Consulado-Geral em Vigo.

Para as eleições do próximo domingo, o Tribunal Constitucional admitiu onze candidatos, dez homens e uma mulher. Estes são os seus nomes, perfis e apoios:

  • André Pestana, líder do Sindicato de Todos os Profissionais da Educação (STOP), independente.
  • António Filipe, jurista e ex-deputado; apoiado pelo Partido Comunista Português e pelo Partido Ecologista “Os Verdes” (CDU).
  • António José Seguro, antigo secretário-geral do PS; apoiado pelo Partido Socialista.
  • Catarina Martins, eurodeputada, apoiada pelo Bloco de Esquerda.
  • Henrique Gouveia e Melo, almirante e ex-chefe da força-6arefa da vacinação; independente.
  • João Cotrim de Figueiredo, eurodeputado, apoiado pela Iniciativa Liberal.
  • Jorge Pinto, deputado apoiado pelo Livre.
  • Humberto Correia, pintor e escritor; independente.
  • Luís Marques Mendes, comentador e ex-líder do PSD; apoiado por PSD e CDS-PP.
  • Manuel João Vieira, artista e músico; candidato independente (recorrente).
  • André Ventura, deputado e líder do partido, apoiado pelo Chega.
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