Redação | A chegada de milhares de jovens organizados por pastorais, paróquias e movimentos neoconservadores transforma o troço final do Caminho de Santiago num palco de combate ideológico, tensão urbana e debate sobre a convivência. A presença massiva tornou-se um dos focos do debate sobre a utilização política do Caminho e o modelo turístico de Compostela. Estes grupos chegam uniformizados com t-shirts identitárias, lenços ao pescoço, bandeiras de Espanha e símbolos religiosos. Protagonizam os denominados “meneos” (mexidas), caracterizados por uma dinâmica de grupo efusiva, ritmada e ruidosa e assume o formato de uma marcha triunfal. Os coros, palmas, altifalantes e …
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