Begonha Caamanho passou polo mundo entre 1964 e 2014. Foram 50 anos em que se deixou fascinar polo calor dos afetos, polo prazer arredor do conhecimento e pola fúria revolucionária de mudar o mundo. Olhou com curiosidade e fascinação para um poema, para a flor das cebolas, para o Movimento de Libertação Nacional Palestino. Gozou do teatro, da literatura. Adorou a música. Vibrou em concertos, em foliadas. Em bares com música muito alta. Entendeu a cultura ao estilo da lavrança tradicional, como um ofício, um cultivo, como um jeito de estar no mundo. Era público frequente do Festival de Poesia …
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