Fonte: nosdiario.gal
Segunda jornada de mobilizações na Galiza, após os protestos do domingo marcados pela resposta policial. Diferentes entidades de solidariedade com Palestiniana convocaram mobilizações em até sete pontos do percurso.
Os protestos continuarão hoje terça-feira durante a 16ª etapa da competição. No passado domingo terá havido dez pessoas presas, tendo sido provocada a queda de um ciclista por um polícia.
Condenação do Bloco e Socialistas galegos
A porta-voz do BNG, Ana Pontón,manifestou-se <<orgulhosa de um povo que denuncia o genocídio de Palestiniana>>. <<Todo o apoio às pessoas que protestam pela presença da equipa de Israel na Vuelta>>, afirmou Pontón. O deputado da mesma formação no Congresso espanhol, Néstor Rego, reclamou explicações ao Governo do Estado ante a excessiva atuação da polícia.
Já o PSdeG de Pontevedra pediu à organização a sua <<expulsão imediata>>, instando a que <<não sejam mais tempo cúmplices disto>>. Isto <<não tem nada a ver com a competição desportiva, senão que foi concebido unicamente e exclusivamente como instrumento de propaganda política para branquear internacionalmente os assassinatos e o genocídio do Governo de Benjamin Netanyahu em Palestiniana>>, expressaram os socialistas galegos num comunicado.
Ainda, do PSdeG trasmitiram a sua <<impotência e vergonha>> por que as ruas de Ponte Vedra sejam palco da que consideram uma <<repugnante operação de Israel em termos democráticos e humanitários>>.
A Amnístia Internacional fez um apelo ao subdelegado do Governo na cidade e ao delegado do Governo espanhol na Galiza, Pedro Branco, para garantirem o direito ao protesto pacífico na etapa da Vuelta desta terça-feira.
Partido Popular contrário aos protestos
Luis López, presidente do PPdG da Deputação de Pontevedra, constestou as convocatórias de protesto: <<Direito a manifestação? Sim. Direito ao boicote? Nunca. Simples, não? Eu acho que a grande maioria temos claro isto, menos os do radicalismo de sempre>> afirmou López num vídeo publicado nas redes sociais.
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