A instrumentalização geopolítica de fluxos migratórios e a manipulação de fronteiras têm emergido como uma ferramenta de coerção política e guerra híbrida entre estados. Redação | A prática de direcionar vagas migratórias como instrumento de pressão geopolítica tem vindo a ganhar destaque na agenda europeia, impulsionada pelo episódio crítico verificado em Ceuta no passado 30 de julho. O fenómeno não é novo. A Grã-Bretanha transportou dezenas de milhares de condenados, dissidentes políticos e cidadãos pobres para as suas colónias. Os EUA enfrentaram este fenómeno durante o êxodo do Mariel, em 1980, momento em que o governo cubano permitiu a partida …
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