Prédio do Centro de Ciência do Café

Rede Ciência Viva integra já 22 espaços

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Redação |

Com a adesão do Centro de Ciência do Café, a Rede de Centros Ciência Viva integra 22 espaços que se alimentam das sua próprias redes locais, ligadas a autarquias, empresas, escolas, universidades, politécnicos e unidades de I&D.

Os centros aderidos, dedicam-se à divulgação científica, estimulando a curiosidade e a aprendizagem através da experiência e, desde 1998, já receberam mais de 13 milhões de pessoas.

Fazem parte da Rede, o Centro da Floresta em Proença-a-Nova, onde se salienta a necessidade do conhecimento para a gestão do meio ambiente e o Centro de Bragança, com a Casa da Seda e uma microcentral que produz parte da energia consumida.

No Centro de Estremoz, pode-se compreender como a Terra se formou; no de Lagos, a exposição Do Astrolábio ao GPS, faz a ponte entre descobertas do passado e do presente e, no Vila do Conde, a exposição A água no corpo humano: sangue, aborda conceitos das áreas da matemática, da física, da química e da biologia.

No Centro de Tavira, é possível compreender aspetos da física do som e de diferentes tipos de energia; no do Algarve, a exposição principal é dedicada ao mar; no do Alviela – Carsoscópio, o visitante pode viajar pelo Maciço Calcário Estremenho ao longo de 175 milhões de anos ou ver a exposição de morcegos e, no Centro de Interpretação do Vulcão dos Capelinhos, podem visitar-se exposições alusivas à erupção vulcânica e à formação dos Açores.

Na Expolab, na Ilha de São Miguel, pode explorar-se a biologia, a física e as novas tecnologias em verdadeiros laboratórios; na Fábrica de Aveiro, exposições interativas revelam a ciência da cozinha, a robótica e a holografia e, na Galeria da Biodiversidade, no Porto, a arte cruza-se com a biologia e a história natural.

Na Mina de Ciência do Lousal, pode recuar-se até à época em que a mina era explorada pelos mineiros que ali viveram com as suas famílias; o Museu do Côa, revela uma imensa galeria de arte que começou a ser gravada há quase 30 mil anos.

As Oficinas de Criatividade Himalaya, nos Arcos de Valdevez, dedicam-se à figura e legado do Padre Himalaya e à ecologia e a ecosustentabilidade; o Pavilhão do Conhecimento em Lisboa oferece exposições temáticas nas áreas da Física, Matemática, Química, Biologia e Ciências Sociais; a Plataforma de Ciência Aberta em Figueira de Castelo Rodrigo promove o desempenho escolar e impulsiona o empreendedorismo e a inovação social.

Finalmente, no Laboratório de Heliofísica do Parque de Astronomia de Constância, é possível observar o Sol; no Planetário de Braga os visitantes podem aprender astronomia com a simulação em tempo real do céu noturno; no Planetário do Porto, é possível aproximar-se de luas, planetas, estrelas e galáxias, asteroides e cometas ou nuvens interestelares e, o Exploratório da Universidade de Coimbra, conta com o Hemispherium, uma sala de cinema em forma de cúpula que projeta filmes a 360º.

Com a adesão do Centro de Ciência do Café, inaugurado em 2014 em Campo Maior, a Rede expande-se incorporando um edifício com uma área de 3426 m2 que pretende divulgar a cultura do café, mantendo uma exposição permanente e uma outra especializada na arte da torra.