cartaz do evento

Escritores confrontam inteligência artificial e legados da independência

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Redação |

A Cidade da Praia, em Cabo Verde, tornou-se o epicentro da literatura lusófona ao acolher, de 16 a 18 de Outubro, o XIII Encontro de Escritores de Língua Portuguesa (EELP), organizado pela União das Cidades Capitais de Língua Portuguesa – UCCLA em parceria com a Câmara Municipal da Praia.

A cerimónia de abertura teve a participação do Presidente da República de Cabo Verde, José Maria Neves. Sob o lema “Independência, Literatura, Inteligência Artificial”, o Encontro assinalou o cinquentenário das independências em vários países lusófonos – reforçando o papel da literatura como expressão de liberdade e identidade – e o V centenário do nascimento de Luís Vaz de Camões.

Três foram os subtemas do Encontro, Literatura e desenvolvimento: o contributo da UCCLA, Literatura, liberdade e humanização: 50 anos de independência e Cultura e inteligência artificial.

O Encontro reuniu na Biblioteca Nacional de Cabo Verde e no Hotel Barceló escritores, editores, críticos literários e académicos de todo o espaço de língua portuguesa, promovendo o diálogo sobre a inteligência artificial no centro das questões que atravessam a criação literária e o futuro do livro.

O fórum contou com a presença autores de Angola, Brasil, Cabo Verde, Galiza, Guiné-Bissau, Macau, Moçambique, Portugal e São Tomé e Príncipe, incluindo os nomes de Israel Campos, Ozias Filho, Adolfo Lopes, Arménio Vieira, Dina Salústio, Germano Almeida, Hélio Varela, Manuel Pereira Silva, Nardi Sousa, Paulo Veríssimo, Princezito e Sérgio Raimundo, Teresa Moure Pereiro, Emílio Tavares Lima, Joaquim Ng Pereira, Sérgio Raimundo, Hélia Correia, Isabel Castro Henriques, João de Sousa, Manuel Alegre, Ricardo Araújo Pereira, Alice Goretti Pina e Cláudio Silva.

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