Instituições coincidem ao apontar o domicílio como o principal cenário dos crimes. Redação | O ano de 2025 encerrou com um balanço trágico que reafirma a violência doméstica como uma ferida que não cicatriza. Entre a Marinha e o Algarve, a contagem de mulheres assassinadas revela que, apesar dos avanços legislativos, o “lar” continua a ser o local de maior perigo para as mulheres. Na Galiza, o ano foi marcado por dois crimes que exemplificam a complexidade do problema. Segundo dados oficiais, a Galiza registou duas vítimas mortais, integradas num sistema que recebe, em média, 21 denúncias diárias. Em Portugal, …
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