6 de novembro – Santiago de Compostela
Organizadas pelo Conselho da Cultura Galega, estas jornadas propõem uma reflexão sobre o panorama atual do jazz na Galiza, centrando a atenção nos desafios relacionados com a memória, a formação e a vida profissional. Serão também abordadas as oportunidades para os músicos e para o setor em geral, as barreiras existentes e as ações necessárias para construir um ecossistema mais sustentável.
Na primeira das mesas redondas, centrada na formação e nas políticas públicas, participarão músicos em atividade que combinam a sua carreira artística com o ensino em escolas públicas e privadas da Galiza e do norte de Portugal.
A segunda mesa redonda acolherá um diálogo sobre a vida profissional dos músicos e contará com a participação de programadores, representantes de festivais e agentes. A sessão abordará questões como a autogestão face à representação profissional: o que implica autogerir-se como artista no contexto galego e português? Qual é o papel de um programador face à autogestão?
Serão também apresentadas experiências concretas, como as da associação Eixo do Jazz e os festivais Jazz de Ría e Canjazz.
Para encerrar a jornada, dois músicos apresentarão as suas visões sobre o presente e o futuro do jazz na Galiza, a partir da perspetiva da criação contemporânea.

