ruinas de conimbriga

Greve denuncia condições de trabalho em museus

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Redação |

Os cerca de mil funcionários que trabalham nos 38 museus, palácios e monumentos nacionais tutelados pela empresa pública Museus e Monumentos de Portugal – MMP, regressaram à greve, no quadro das paralisações em dias feriados que tem decorrido desde a Páscoa, permanecendo encerrados ou operando com serviços mínimos.

Protestos têm vindo a aumentar desde a Páscoa

A greve dos dias feriados, convocada pela Federação Nacional dos Sindicatos dos Trabalhadores em Funções Públicas e Sociais – FNSTFPS, sublinha que as principais reivindicações se centram na necessidade urgente de atualização das tabelas salariais, argumentando que muitos trabalhadores de museus se encontram no limiar do salário mínimo nacional.

Em comunicado aos meios de comunicação, o FNSTFPS informou que desde a reunião de julho com a Ministra da Cultura, Juventude e Desporto, Margarida Balseirão e com a comissão de trabalhadores da EPE Museus e Monumentos de Portugal, ainda não foi apresentada qualquer proposta para alterar a situação.

O Ministério da Cultura, lamentou o impacto da paralisação nos visitantes e reiterou a sua “abertura total ao diálogo” no âmbito das negociações em curso com as estruturas sindicais.

Entre os equipamento encerrados por causa da greve ao trabalho, estão o Mosteiro dos Jerónimos, em Lisboa, o Convento de Cristo, em Tomar, a Fortaleza de Sagres, as ruínas de Conímbriga, o Museu Nacional Machado de Castro, em Coimbra,  o Paço dos Duques de Bragança, em Guimarães, assim como o Museu Nacional Soares dos Reis, no Porto.

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